sábado, 10 de novembro de 2007
Interview with José Reis Santos
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José Reis Santos
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quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Boa notícia/ Good News
Esta é uma boa notícia. O começo do processo de escolha de uma única língua, na União Europeia, é essencial para a integração europeia.
This is very good news - Master Degrees in English - (link in Portuguese). Someone starting to choose one language and one language only, in the European Union, it's essential for a good European integration.
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Activistas de primeira
José Vieira da Silva
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Activistas de primeira
Maria João Rodrigues
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terça-feira, 6 de novembro de 2007
"Conferência de Annapolis passa por discussão em Lisboa"
'A preparação da conferência de Annapolis, nos Estados Unidos, para relançar o processo de paz no Médio Oriente foi o tema central dos encontros ontem em Lisboa da troika da União Europeia com os chefes da diplomacia de Israel, Tzipi Livni, da Autoridade Palestiniana, Riad Malki, e do Grupo Árabe.Os encontros decorreram no âmbito da 9.ª Conferência Interministerial Euromediterrânica, que reúne os 27 chefes da diplomacia europeus com os seus homólogos dos países ribeirinhos do Sul.
A presidência portuguesa está empenhada em criar "o melhor clima possível" para a conferência, decidida na reunião de Julho, em Lisboa, do Quarteto internacional para o Médio Oriente (UE, EUA, Rússia e ONU).
Embora reconhecendo que "as coisas estão agora fundamentalmente nas mãos" da secretária de Estado norte-americana, Condoleezza Rice, a diplomacia portuguesa quer aproveitar o formato "único" da Parceria Euromediterrânica, que reúne à volta da mesa israelitas, palestinianos e árabes, para ajudar a "afinar" alguns aspectos com vista à conferência de Annapolis, agendada para finais de Novembro.
A Europa está ainda empenhada em preparar uma conferência de doadores em Dezembro, para mobilizar apoios para o Governo do presidente palestiniano Mahmoud Abbas. Prevista para o jantar oficial de ontem estava uma intervenção do chefe da diplomacia francesa, Bernard Kouchner, sobre a iniciativa de Paris para uma União Mediterrânica.
A maioria dos parceiros europeus ainda vê a ideia com reservas, considerando-a potencialmente "concorrente" da actual Parceria Euromediterrânica, lançada há 12 anos em Barcelona.
Ontem, a comissária responsável pela Política de Vizinhança europeia, Benita Ferrero-Waldner, disse que a iniciativa francesa "será bem vinda" desde que "represente uma mais-valia" em relação ao Processo de Barcelona. '
Publicado no Jornal Público no dia 06/11/07
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Activista Activa
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Ex.mos Colegas,
Serve o presente para mais uma vez fazer uma pequena reflexão.
Na sequência de tantos projectos legislativos, segue uma sugestão:
As leis são óptimas no nosso país, das mais evoluídas mesmo, a diferença estará sim numa fiscalização rigorosa da sua aplicação. Essencialmente na área do trabalho, talvez o código do trabalho seja o mais violado, não havendo cumprimento não só das regras de higiene e segurança mas também de situações básicas como o salário mínimo nacional, pagamento de horas extraordinárias e correspondência entre os contratos e a função que os trabalhadores de facto exercem.
Também há um mau reconhecimento de quem revela boas prácticas, concretamente com tanta mudança de instituições responsáveis pelas condições de trabalho ficou suspenso concurso "Prémio Prevenir Mais Viver Melhor no Trabalho" e consequentemente a não devolução dos trabalhos apresentados.
Sempre na busca de um Portugal mais justo e motivador,
Encontro-me ao dispor.
Cumprimentos,
Patrícia Cunha Mendonça,
Advogada
(Militante)
Serve o presente para mais uma vez fazer uma pequena reflexão.
Na sequência de tantos projectos legislativos, segue uma sugestão:
As leis são óptimas no nosso país, das mais evoluídas mesmo, a diferença estará sim numa fiscalização rigorosa da sua aplicação. Essencialmente na área do trabalho, talvez o código do trabalho seja o mais violado, não havendo cumprimento não só das regras de higiene e segurança mas também de situações básicas como o salário mínimo nacional, pagamento de horas extraordinárias e correspondência entre os contratos e a função que os trabalhadores de facto exercem.
Também há um mau reconhecimento de quem revela boas prácticas, concretamente com tanta mudança de instituições responsáveis pelas condições de trabalho ficou suspenso concurso "Prémio Prevenir Mais Viver Melhor no Trabalho" e consequentemente a não devolução dos trabalhos apresentados.
Sempre na busca de um Portugal mais justo e motivador,
Encontro-me ao dispor.
Cumprimentos,
Patrícia Cunha Mendonça,
Advogada
(Militante)
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José Reis Santos
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sábado, 3 de novembro de 2007
Plano de acção a aprovar na cimeira UE-África defende parceria estratégica a partir de 2008
Quando os chefes de Estado e de governo de África e da União Europeia (UE) se reunirem em Dezembro para a cimeira de Lisboa, muito do que será aprovado já terá sido previamente negociado e delineado na Parceria Estratégica e no Plano de Acção, documentos que ficaram definidos numa deslocação, esta semana, do ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, ao Gana.
Segundo o esboço dos documentos, a que o PÚBLICO teve acesso, o plano de acção - que corresponde aos dois primeiros anos, 2008 e 2009, da estratégia de longo prazo - tem como objectivo de fundo acrescentar valor ao diálogo político e à cooperação já existentes entre a UE e África.
Para isso, as duas organizações definiram acções prioritárias: Paz e Segurança, Governação Democrática e Direitos Humanos, Comércio e Integração Regional, a criação de condições para os países africanos atingirem os objectivos relativos ao acesso à saúde e à educação, definidos pela ONU como Objectivos do Milénio, o Ambiente, a Energia ou a Imigração, entre outras.
Em comum a todas as áreas, a preocupação de melhorar o diálogo entre os dois continentes. E, ao mesmo tempo, criar as bases para pôr os objectivos que ficarem escritos no papel a funcionar na prática, com o objectivo de, a pouco e pouco, concretizar a estratégia de longo prazo.
Esta passa, entre outros aspectos, pelo desejo de "juntos promover e apoiar um sistema de multilateralismo efectivo e instituições multilaterais legítimas e fortes", refere o documento. Para que a nova parceria de longo prazo seja bem sucedida, será preciso que África e UE "se distanciem da relação tradicional" e iniciem uma "parceria que se caracterize pela igualdade" e o alcance de "objectivos comuns".
A cimeira servirá para formalizar esta e outras grandes linhas de orientação para o novo relacionamento entre os dois continentes. Só o tempo dirá se será alcançado.
Publicado no Jornal Público no dia 03/11/07
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Anónimo
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